3.11.10


Já que as palavras não vêm de encontro a mim, decidi por bem, ir ao encontro delas. Tenho em mim cada pedaço do teu ser. Todos os cantos do meu corpo denunciam o teu nome que está como que gravado no meu coração. A tua imagem paira no meu pensamento e há momentos só meus e teus que estão mais recordados do que nunca. Pertenço-te (?) Será? Não sei nem o posso negar a mim mesma. Só sei que os meus olhos brilham quando falo de ti, é algo que ainda não encontrei explicação. É como quando acontecem acontecimentos na vida, não têm explicação e o que sentimos é assim, algo apenas sentido e para ser vivido não podendo ser traduzido em palavras, nem elas o conseguiriam fazer, suponho eu. Há dias em que tenho vontade de saltar janela fora e fazer soltar o que sinto cá dentro por ti, para que o possas ouvir, no sítio onde te encontras. Mas basta olhares as estrelas à noite, e a mais brilhante pertence-nos, sabendo eu que o fazes isso regularmente (ou não?). Depois deste texto, ou talvez depois de o leres, as duas palavras que mais me vão assustar  e  que me afugentam tudo o que tenho em mente é «nova mensagem», medo, muito medo!    

1 comentário:

  1. tens de ver o filme *.*

    eu, pessoalmente, gostei :D
    beijinhos, escreves mesmo bem cláudia*

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